Guia Japão 2023-06-23
Dois funcionários da prefeitura questionaram a brasileira de 42 anos e trataram o pedido de assistência pública como se ela fosse uma moradora de rua e o rejeitaram.
Na época, a mulher morava em um apartamento da prefeitura, mas seu aluguel estava atrasado, por isso os funcionários a trataram com discriminação como moradora de rua e disseram que pessoas nessas condições não teriam direito ao benefício. Mas segundo o governo japonês, existem diretrizes que permitem o acesso ao seikatsu hogo mesmo que ela não tenha onde morar.
A brasileira conseguiu ajuda, mas decidiu denunciar o caso à Associação dos Advogados da Prefeitura de Aichi, alegando ter sido alvo de comentários discriminatórios por parte dos funcionários, como “você deveria voltar para o seu país”.
Em entrevista coletiva, o prefeito admitiu que a conduta dos funcionários foi inadequada e pediu desculpas nesta quinta-feira, 22 de junho.
Fonte: CBC